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Curso do Instituto Federal de Goiás valoriza formação de professores de Libras e a inclusão de estudantes surdos

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Criado em 04 de Abril de 2016
Curso do Instituto Federal de Goiás valoriza formação de professores de Libras e a inclusão de estudantes surdos
Descrição

O Curso de Pedagogia Bilíngue Libras/Português do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG) ingressa no segundo ano com novos estímulos para a garantia da inclusão da pessoa surda. Inédito no estado e com um processo seletivo diferenciado, a instituição comemora o aumento não só de alunos ouvintes, mas também de estudantes surdos, que agora são seis - cinco a mais do que no ano passado. Para a coordenadora Waléria Vaz, toda dinâmica do curso que vai ensinar a Língua Brasileira de Sinais – desde o ingresso do aluno, até as atividades em sala de aula - é diferenciada.

“Dar prioridade não é só dar vagas, como a gente faz, vagas destinadas. Mas é fazer todo o processo voltado ao atendimento deles. Então, tanto o edital foi traduzido para a língua de sinais, quanto a prova foi traduzida para a língua de sinais e (para) a prova de redação que eles fizeram, houve uma banca especial para fazer a análise.”

Prestes a completar 14 anos, a Lei de Libras (10.436/02), que estabelece a língua de sinais como a língua oficial da comunidade surda brasileira, motivou o investimento em metodologias para que a inclusão da pessoa surda seja garantida. Entre as exigências, por exemplo, do processo de formação desses profissionais de ensino é que eles saiam do instituto habilitados para atuar na educação infantil e no ensino fundamental, como explica a coordenadora.

“Todo curso de pedagogia, ele tem que sair com habilitação para educação infantil, ensino fundamental primeira fase e gestão. O pedagogo bilíngue não é diferente, ele também sai com essa formação pra ser educador na educação infantil, ensino fundamental e gestão.”

Uma novidade deste ano, no IFG, é a contratação de um professor surdo. Aprovado no último concurso, Diego Leonardo Pereira, de 31 anos, reúne experiências positivas com os estudantes, que se sentem mais seguros ao longo do aprendizado da língua. Ele acredita que a formação de futuros professores de Libras representa avanços para a inclusão também na sala de aula da escola regular, porque o aluno terá a oportunidade de ser alfabetizado na sua língua materna, a língua de sinais, para depois passar para a segunda língua, nesse caso, o português.

Para saber mais, acesse: http://www.ifg.edu.br/

O áudio está disponível gratuitamente para utilização das rádios.

04/04/2016 - Sonora: Marina Fauth

Categoria: Boletim
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