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Educação no Ar - Sase

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Criado em 18 de Agosto de 2016
Educação no Ar - Sase
Descrição

Nesta edição do programa Educação no Ar, destaque para a Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase), do Ministério da Educação. A nova secretária da SASE é a professora Regina de Assis. Ela é mestre, doutora em currículo e ensino, pesquisadora da educação, com livros publicados sobre o tema. Regina de Assis acumula experiência de mais de 50 anos na área, passando pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, na década de 90. Agora, a frente da Sase, ela vivencia cada etapa do sistema que garante a criação e execução das políticas educacionais do MEC nos estados, no Distrito Federal e nos municípios.

“O nosso trabalho é feito da estreita colaboração com o Consed, que o é o Conselho Nacional dos Dirigentes Estaduais [da Educação] e da Undime, União Nacional dos Dirigentes Municipais [da Educação]. Eles nos ajudam a selecionar coordenadores. Esses coordenadores, por sua vez, vão trabalhar com assistentes educacionais que, aí sim, vão chegar na ponta do município. O termo também, muitas vezes, é utilizado como avaliadores educacionais por que eles vão diagnosticar situações, equacionar situações e trazer a proposta de solução.” 

Sobre as prioridades da Sase, Regina de Assis destaca o processo de construção da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), uma das estratégias estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE) para melhorar a educação básica e que abrange a educação infantil, o ensino fundamental e médio. “É papel da escola fazer essa integração da ética com a política, com a estética, como grandes sinalizadores do que vai se ensinar em conteúdos. Por exemplo: quando você vai falar de sustentabilidade, mesmo pra criança pequena, uma criança de 4, 5 anos. Você pode tratar do tema da sustentabilidade de uma maneira muito agradável e de uma maneira que gera memória, que a criança não vai mais esquecer, transformando o que era uma simples informação em conhecimento e em responsabilidade ética, política e estética.”

Para a secretária, entre os fatores que contribuem para o andamento da proposta da Base está o comprometimento de estados e municípios no cumprimento de medidas que prezem pelo uso adequado de recursos, por exemplo. “A primeira delas agora é a base nacional curricular. Dentro do PNE e falando de qualidade da educação, direito dos professores, direitos dos estudantes, de suas famílias, pra mim essa é uma das questões prioritárias. Agora, essa questão não vai caminhar sem que aquelas outras [medidas], de valorização dos professores, através do piso e dos planos de carreira, aconteçam. E aconteçam nos 5.570 municípios. E para isso também vem um terceiro aspecto que é esclarecer junto a governadores, prefeitos, conselhos municipais, estaduais de educação e secretaria de educação, como é o sistema não só do repasse dos recursos, mas da aplicação e da prestação de conta desses recursos.”

A valorização da categoria foi outra questão importante mencionada pela secretária. É um tripé que precisa estar muito bem estruturado, uma vez que impacta diretamente nos resultados que são esperados na prática, como na garantia de uma educação de qualidade a todos os cidadãos. “Pra você ter esse tripé funcionando – salário e carreira, apoio pedagógico e respeito à lei, como é que a gente arquiteta isso no cenário que temos no Brasil nesses 5.570 municípios, nos 26 estados e no Distrito Federal. A gente pode ter ideais, mas esses ideais em relação à educação, sobretudo, a qualidade da educação, né, aquilo que acontece de verdade nas quatro paredes de uma sala de aula, e num ambiente coletivo de uma escola, o que está acontecendo aí tem qualidade? Ou é algo que, infelizmente, a gente tem visto e ouvido, que muitas vezes, está longe de ser o que se espera de um ambiente escolar?

Um dos desafios da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino também é equacionar as desigualdades regionais, valorizando a colaboração de todos agentes que compõem a rede de ensino. “Cabe a Sase, um trabalho muito grande nesse sentido, sob o ponto de vista técnico de equacionar, diagnosticar junto com essa rede de coordenadores que depois se multiplica pela rede dos avaliadores educacionais nos municípios, é um trabalho muito ombro a ombro, corpo a corpo com secretarias, conselhos estaduais e municipais de educação. Se por um lado, dentro do MEC nós temos a compreensão da nossa responsabilidade de apoiar, esclarecer e equacionar junto com as regiões os seus problemas, por outro lado nos cabe também defender os professores. Porque sem eles, nada feito."<

Categoria: Boletim
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